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Óleo de cártamo.

O óleo de cártamo é uma fonte rica de ácido linoleico conjugado (CLA) – substância bastante estudada por trazer diversos benefícios a saúde. Quando o CLA foi descoberto, na década de 70, ele inicialmente foi reconhecido por suas características anti-carcinogênicas. A partir de então esse lipídeo passou a ser mais estudado e suas propriedades foram sendo identificadas, a exemplo do seu poder anti-aterogênico, melhora na imunidade, atuação na prevenção da sarcopenia e, principalmente, na sua influência na perda de peso e gordura corporal. Devido ao crescente aumento da obesidade no mundo, a propriedade emagrecedora do CLA é a que desperta o maior interesse entre pesquisadores e consumidores do produto.
O CLA promove a perda de gordura basicamente por alguns mecanismos de ação: redução da formação e estoque de gordura no tecido adiposo; aumento da quebra da gordura; inibição da formação de novas células de gordura; e indução de apoptose (morte celular programada) em algumas células adiposas. Por possuir essas características, o óleo de cártamo é procurado por todo o público acima do peso que quer um auxílio na perda de gordura, mas será que esse produto pode ser consumido com segurança por qualquer pessoa com sobrepeso ou obesidade?
Muitos estudos vêm sendo realizados com o objetivo de testar a segurança na suplementação de CLA em humanos e a maioria dos resultados aponta ausência de alterações renais, hepáticas, hematológicas e inflamatórias, principalmente em indivíduos previamente saudáveis. No entanto, ainda há poucos estudos em pessoas com doenças pré-existentes. Alguns deles evidenciam piora no perfil glicêmico e hepático após uso da suplementação por determinados períodos. Por este motivo, sugere-se evitar o uso do óleo do cártamo em indivíduos portadores de diabetes, esteatose hepática e síndrome metabólica (transtorno representado por um conjunto de fatores de risco cardiovascular, a exemplo de resistência a insulina, circunferência da cintura acima de 88cm para mulheres e 102cm para homens, hipertensão arterial sistêmica e alterações nos níveis de colesterol).
Os estudos mostram que essa suplementação beneficiaria principalmente aquelas pessoas ativas, já que os resultados de perda de gordura são mais efetivos em conjunto com a atividade física.

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